“Acredita-me”,
Não há mar imenso,
De água gélidas e revoltas,
Que o afogue;
“Acredita-me”,
Não há vento furioso,
Furacão de enorme sopro,
Que o arraste;
“Acredita-me”,
Não há trovão
Que no seu ribombar imenso,
O silencie;
“Acredita-me”,
Não há vulcão fumegante,
Na sua lava mais quente,
Que o queime;
“Acredita-me”,
Não há paixão…
Maior!
#1897

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